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aparentamos ter utilidade e pensamos que estamos beneficiando o contexto com nossas ações;
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OS MENOS QUE DÃO CERTO
A abundancia de qualquer coisa é mortal ou faz mal. A parcimonia é o equilibrio que conduz o homem à sabedoria de viver. Já vivi mais de meio século e estou convencido de que o menos melhor nos satisfaz que o mais.
Menos comer nos traz duas grandes satisfações: ficamos igualmente satisfeitos e não agredimos o estômago – a máquina da saúde. Trabalhando pouco o estômago dura mais tempo sem problemas digestivos. O simples fato estético de não se tornar protuberante é uma fonte de auto-estima inigualável. Nada mais anti-estético que uma barriga excedendo as costelas e curvando o tórax. A barriga ideal sai mansamente das costelas e se assenta quase plana no ilíaco ou bacia.
Exercitar-se com baixa frequência e com baixas intensidade e duração nos faz aptos sem músculos protuberantes. Menos movimentos, menos arrancos, menos força. O corpo em descanso relativo se preserva mais duradouramente. Basta a atividade que o trabalho proporciona para um corpo sadio. Nossos avós (muitos viveram mais de noventa anos) não conheciam o significado da palavra exercício planejado. O único exercício que faziam estava associado ao trabalho que realizavam.
Ler e estudar menos também têm suas recompensas. Pensar é para mim mais importante que ler e estudar. Como dizia Blaise Pascal, somos caniços pensantes. Não estou certo de que muita leitura e estudos nos aperfeiçõem. Esquecemos mais de 90% do que lemos, na primeira hora. No dia seguinte não saberemos nem 2%. Depois de uma semana, 0,01% ou quase nada, exceto quando temos propósitos mui especiais. Portanto, perdemos muito pouco lendo menos.
Alguns substituem pouca leitura por mais observações, mas estas são por natureza casuais. Pouco lembramos do que observamos, só um pouco mais do que lemos. Não sendo para fins de pesquisa estruturada, a observação é quase inútil, por que sem objetivos e sem método.
LEITURA, estudos, observação, somente nos servem com um propósito, um método, um modus de interpretação. Sem isso tudo, é melhor menos que mais. O menor simplifica, o mais complica. Com simplificação vencemos e com complicação perdemos a oportunidade de ficar com MENOS.
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DE VOLTA ÀS ORIGENS
A evolução das espécies apresentada por Darwin, sempre foi a menos misteriosa de todas as explicações para as várias fases da evolução do homo erectus até o homem moderno. Porém, pouco sabemos de evoluções em centenas de anos, quase nada em milhares e absolutamente nada em milhões. Nada sabemos também da evolução do DNA e suas influencias na formação de raças.
Sendo coerente com várias teorias, o negro é a única raça monolítica, isto é, realmente integral, sem mistura, a não ser por miscigenação oriunda do próprio negro. Em outras palavras, dele se originam quantas raças sejam possíveis, mas nenhuma delas origina o negro. Seria o negro a origem das raças humanas?
O negro com alguns artificios pode tornar-se branco, mas nenhum branco pode tornar-se negro. O negro é a origem, o restante são raças pouco monolíticas, distribuidas no Planeta, ao longo de um processo milenar de que quase nada sabemos. Até mesmo os milenares chineses já admitem serem descendentes de africanos e não crianças do mítico “Yellow Emperor” – gerador original da raça amarela.
Cientistas ocidentais estão hoje bastante de acordo com a teoria de que saímos da África. As raízes da família humana estão na África. Os galhos genealógicos de origem não-africana têm apenas cem mil anos, segundo o estudioso Wu Shinzhi do Instituto Paleo-antropologia de Shanghai, que defende o negro como a única raça pura, contra outras teorias que apresentam os chineses como uma “raça separada” – não influenciada por nenhuma outra.
Todavia, o esqueleto mais antigo jamais descoberto é Lucy (Australopithecus) um hominideo africano de 3.5 milhões de anos. Antropólogos e paleontologistas mais hodiernos estão convencidos de que o continente africano é a origem da propagação do homem na Terra.
E, tudo faz muito sentido quando aceitamos a teoria da evolução de Darwin a partir dos símios, predominantemente negros. Estes. Desde o nariz achatado (capta mais oxigenio) até o formato do crânio e volume do corpo lembram os chineses, que seriam o segundo povo mais antigo do mundo.
Com um pouco de ilação para fatos conhecidos hoje, é plausível aceitar que os negros são os mais fortes e resistentes (seleção) de todas as raças. Força e resistencia são qualidades que um povo precisa ter para propagar-se indefinidamente. Outras qualidades podem vir depois. Intelecto se propaga em milímetros. É também plausível pensar que em alguns milhares de anos os negros voltem a predominar.
Até hoje os negros estiveram apenas disfarçados em muitas raças. Nos Estados Unidos, os negros são são predominantes nas atividades em que raça faz uma diferença. Nenhuma outra raça monolítica é mais internacional que a negra, em suas variações genéticas. Quando desenvolvidos, os negros suplantam outras raças nas mesmas condições culturais e intelectuais. É uma questão de tempo.
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MINHAS CRENÇAS HOJE
· Sorrir é melhor que gargalhar.
· Concordar melhor que discutir.
· Pertencer melhor que se isolar.
· Decidir melhor que fugir; e
· Trabalhar melhor que folgar.
· Ouvir é melhor que falar.
· Pensar melhor que expressar.
· Lembrar melhor que esquecer.
· Ceder melhor que vencer.
· Agir melhor que languir, e
· Sugerir melhor que exigir.
*Influir melhor que forçar.
*Buscar melhor que esperar.
*Calar melhor que flechar.
*Atuar melhor que adiar, e
*Servir melhor que ganhar.
* Aprender melhor que instruir
*Demonstrar melhor que sentir.
*Aculturar melhor que saber.
*Simpatizar melhor que entender; e
*Perdoar melhor que esquecer.
*Crer melhor que sondar;
*Resolver que delongar;
*Confessar que fingir;
*Observar que definir; e
*Analisar que julgar.
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SPINNING
A tradução de SPIN está mais pare enrolar que para mentir. Aprendi outros significados desta palavra – nome do Programa de Bill O´Reilly da Fox News (exemplar no seu gênero de jornalismo televisado) - com Michael , editor de Slate.com. Alguns deles se aplicavam muito bem à crítica fase que vivíamos até há pouco no Brasil. Fases sociais, vocês sabem, são bem mais longas que as fases pessoais. Há pelo menos trinta anos temos vivido essa variação de mentira (spinning) nos quatro ângulos de nossa sociedade. Tem sido uma fase pantanosa do nosso crescimento como Nação.
Temos, em todos os ângulos da atividade social, encontrado uma descarada indiferença à verdade. Apesar da destacada presença internacional do nosso presidente, nas empresas, nos serviços, nas instituições públicas e privadas, na educação, principalmente na política, e porque não dizer também na Igreja, todos ESPINAM e enganam para servir a seus propósitos. A realidade é disfarçada até num simples cumprimento. Todo mundo diz que está “tudo bem” até num enterro de um parente querido.
O eufemismo para amenizar a verdade importuna é usado como moeda corrente. Quando alguém não quer falar com você, ele mandar dizer que está em reunião, acabou de sair ou ainda não chegou. A prática desse SPIN está tão estereotipada, que as secretárias não precisam mais de recomendação do chefe para usa-lo.
O pior é que esse manjado SPIN não é praticado apenas por jovens executivos que desejam parecer ocupados e importantes, mas também por respeitáveis profissionais e autoridades institucionais. Daí se concluir que nossas interações na sociedade estão marcadas por desonestidade incosequente, que pode ser outro tipo de SPIN. Por exemplo, os acordos pessoais de prestação de serviços são descumpridos sem qualquer explicação, independentemente do prejuízo implícito na fuga da obrigação assumida.
Enrolar (spin) já não é mentir nem ser desonesto – está sendo usado como instrumento de resposta tácita, que todos esperam que todos entendam. Está se tornando uma “cultura” com o consentimento dos enganados, que nem sequer reclamam.
Advogados, funcionarios públicos graduados, e empresarios comprometidos são os profissionais que mais ESPINAM. Fazem qualquer ESPINAGEM para defender seus clientes e seus superiores. Assumem como seu papel ganhar a batalha judicial espinada e nem sequer entram em dissonancia cognitiva quando mentem para atingir seus fins. Pouquíssimos advogados deixam de aceitar um caso em que tenham que mentir para enganar. Vários que conheci trabalham com o lado obscuro do emocional em detrimento à clareza da verdade, quando ganhar a causa é também ganhar muito dinheiro. Costumam ser honestos quando o dinheiro é pouco.
Políticos costumam ser iniciadores da espinagem institucional. O SPIN deles pode ser caracterizado como desonestidade intelectual: não acreditam no que dizem ao povo, mas dizem assim mesmo. E, quanto mais repetem mais acreditam no que estão dizendo. Sabem que o povo PRECISAM de crenças. Mentiras repetidamente se tornam um SPIN controverso em que se tende a crer.
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VIVER HOJE AMANHÃ
Para fins práticos de eventos em nossa vida, limitar-se a viver o dia de hoje é estar vinte e quatro horas ou mais simplesmente atrasado. Tenho observado que a maioria (~ 86%) dos eventos de hoje foram engendrados ontem ou antes, às vezes antes, muito antes.
O fato é que vivemos mais no passado que no presente, que somente é presente, se vivermos no amanhã, e depois, muito depois. Para muitos cronologistas, o presente não existe. Não passa de uma conveniente intermitencia entre o passado e o futuro.
Estritamente falando só temos passado. Em nosso corpo praticamente tudo é passado. Nossa mente, só o passado a faz funcionar. Uma forma de nos liberar desse inevitavel molde temporal é viver hoje amanhã, uma vez que não é possível viver amanhã hoje. Somente o passado é concreto, com certas concessões sobre o que seja concreto. O futuro é claramente uma abstração, logo não existe na realidade em que vivemos. Vai acontecendo à proporção que vamos saindo do passado indo ao encontro do amanhã que fatalmente será. De certa forma, o que fatalmente será já é. O problema é que quase nada fatalmente será, a não ser os movimentos de rotação e de translação da Terra.
Viver no futuro não dá, o presente não existe, e o passado é repetição. O que fazer? Viver no futuro hoje. Como? Aceitar a repetição, aprendendo com ela o futuro. A repetição do passado é o próprio futuro, visto sob ângulos ainda não estudados.
Todo adulto consciente do que está vivendo e já viveu é capaz de saber disso. Nihil novi sub sole. Nada novo também no sol. O sol se repete há milhões de anos.
O sol de amanhã será o mesmo com exceção das nuvens de cada lugar. Nem sempre o sol brilha aos nossos olhos, mas não abandona a Terra nem um instante, seja dia, seja noite. É o mais constante dos companheiros de todos os planetas. Toda mulher amante precisa de um homem que lhe seja como o sol. Não há chuva, nem nuvens, que o faça parar de brilhar. Seu brilho pode não ser visto ou sentido, mas o seu calor está em tudo que não está morto.
Todos já vivemos dias sem sol aparente, mas sabendo que ele existe, mesmo sem ser visto. Quando o homem viaja e deixa sua companheira no ninho, havendo amor, esta se aquece ainda que com os gravetos. O sol sempre nasce amanhã – é uma constante, desde o nascimento da Terra há bilhões de anos.
O marido-sol tem algo disto. Está sempre presente na família, mesmo quando ninguém o vê.
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21
PESSOAS INDIFERENTES
Diz a mídia que Michael Jackson tinha lista de inimigos. É preciso ser importante para ter inimigos. É preciso ainda ser mais importante para ter amigos. Na minha insignificancia popular, não tenho estes nem aqueles.
Literalmente, inimigo é não-amigo. Todavia, entre inimizade e amizade há uma grande lacuna. Esta é preenchida pelos indiferentes. São em número muito maior. Eu não saberia fazer uma lista com dois nomes de inimigos, mas faria uma lista de algumas páginas de indiferentes.
Estes são os demonios do relacionamento social. O número de indiferentes que você tem na vida determina seu grau de sucesso ou de insucesso. Esse número é apoiado no simples fato de você não fazer uma diferença na vida deles.
Praticamente, indiferente é a pessoa que não é afetada por você e nem você a afeta.
É um estado de non-sociabilidade, ou neutra, strictu sensu. Tipicamente é um conhecido que não é amigo nem inimigo. Pode estar na linha divisõria entre as duas zonas.
Quando o número de indiferentes na comunidade em que vive é muito grande, você pode considerar-se uma pessoa isolada, presa numa ilha cercada de anônimas águas por todos os lados. Estão em comunicação física, mas não psicológica.
Pessoas indiferentes a você não o elogiam nem o criticam para continuar sendo indiferentes. De certa forma é um estado desejável.
Para lidar com os indiferentes devemos ser apenas moral, como o Capitão Kirk da Jornada nas Estrelas, sem moralizar. Mantenha as expectativas e faça as predições, inutilmente. Os indiferentes são altamente impredizíveis.
Quando mulheres, a única comunicação possível com elas é através do sexo. As indiferentes são seduzidas mais facilmente, quando não têm contramotivos. Todavia, com elas, o que você não sabe pode machucá-lo. Não lide com elas para não dançar sobre as ruínas.
Quanto a homens indiferentes, trate-os como se fossem espinhos. Entretanto, jamais seja indiferente aos conhecidos indiferentes. Indiferença é consumida pelo constante consentimento do consumidor.
Se você ainda não percebeu, as pessoas indiferentes mais facilmente serão inimigas que amigas. Minhas observações têm indicado que as indiferentes hoje somente gostarão de você amanhã, se tiveram com você um passado comum.
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21
VIVER MENOR
Não temos que nos preocupar com o encolher, mas com o parar de crescer. O tempo de crescimento está acabando. O homem praticamente já atingiu o fim de todas as fronteiras na natureza que lhe importavam. Destruiu e construiu quase tudo que lhe interessava para novos avanços. Desistiu de conhecer a Terra e já pensa em conhecer os astros. Mas, tudo que fez até agora foi superficial demais.
Na superficialidade não sabemos ser pequenos. Somos horizontais e queremos saber depressa sobre o que está na superficie, espraiando-nos como faz uma criança querendo descobrir novidades. O problema é que a descoberta da criança não serve ao adulto. A criança descobre tudo na dimensão micro, onde de fato estão as novidades. Uma vez adultos buscamos a dimensão macro onde não mais interessam as novidades. No macro, todos nos perdemos espraiando-nos na superficialidade. Reais novidades estão na dimensão vertical. A superficie da Terra logo não terá grandes atrações ao intelecto. Estas estão no interior da Terra, muito maior que a superficie e mais estimulante. Todavia, nada se pode fazer num mundo ainda infante, em que o maior sucesso é ser maior em tudo e dominar o inimigo mais próximo e ter o menor número de desempregados. Tudo muito primário ainda!
Schumaker foi o genio que nos quis despertar para sermos pequenos. “O pequeno é lindo, ele dizia”. Era uma outra forma de dizer que o grande é feio. Um dia nossos futuros zombarão de nós que em 2009 dizíamos “frota de veículos do país bate recorde”. Quanto mais carros mais atraso! A saúde que todos querem tem como inimigo principal o carro. Quanto mais carros menos se anda e mais deficiente a saúde e menor a longevidade. Com ele atingimos maiores distancias, mas quase nada lucramos com isso, a não ser em emoções pessoais, não em progresso.
Parece mesmo que as emoções são pessoais e o progresso é impessoal. Quanto mais emoções, menos progresso?
Para sermos pequenos temos que ser mais densos. Para viver menor, temos que viver mais juntos e dirigir menos, dizia David Owen em “Green Metropolis”, 2009. Não devemos querer dominar os espaços que temos e habitar o inabitado. Estaremos diminuindo o futuro de novas gerações. Em nosso sentido terreno, a Terra é eterna. Quanto mais cedo a ocuparmos mais nossas gerações terão problemas no futuro. Não nos convém que nossas gerações não tenham espaço para expandirem. Nosso gens precisa de nossa continuidade na Terra.
Não é um assunto para o futuro. Não sabemos quão futuros somos hoje. Temos que preservar o Planeta, pois nossos futuros somos nós, geneticamente falando.
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21
TRIVIALIDADES NO COMER
Comer é uma atividade trivial quando se tem suficientes dentes. Mas, não é nada trivial quando comemos para ficarmos nutridos. A nutrição é a finalidade do comer. Entretanto, o ato sempre foi trivial durante milhares de anos até agora. Sempre foi um ato individual, pelo menos para mais de 90% dos adultos de cada época. Comia-se o que havia para comer, e se não havia, buscava-se mais ou menos o que se queria. Durante muitos séculos, antes deste vigésimo primeiro, não existiam padrões alimentares nem recomendações dietéticas sobre o que comer para nos fazer bem. E o homem vivia o tempo que lhe cabia viver sem buscar comer melhor para viver mais.
As sofisticações da pseudociencia alimentar não existiam. O comer ficou muito complicado para os que dão muita importância às recomendações dos “cientistas da alimentação”. Toda complicação vem da marketada possibilidade vendida de que é possível prolongar a vida comendo o que e da forma que recomendam os “aprendizes de feiticeiro” da alimentação. Não é assim.
Ultimamente tem sido a romã o presente de Deus para combater os oxidantes. Mas, há muitos outros. Costumavam dizer que a vitamina E era a rainha dos antioxidantes, fonte da juventude… O café era um detonador da bexiga, hoje é bom pro coração. O atum, galinha do mar, agora tem mercúrio. Estes e muitos outros elogiados patrocinadores da saúde, de repente ficaram suspeitos.
Já temos saudades do tempo (há pouco tempo) em que a comida era trivial: arroz, feijão, carne, peixe, frango, batata doce frita, farinha e pimenta. Era assim que se comia na saudosa Cuiabá.
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Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.
1978: Conclusão do Curso de Ph.D. em Ciência da Informação na University of Wisconsin, Madison, Wis. USA
1968: Conclusão do Curso de Mestrado (Magister Scientiae in Librorum Scientia) Washington, D.C. USA.
18 livros publicados nas áreas comportamentais e pesquisa científica.
** 1.115 (?) artigos (Trivia Philosophica) publicados pela Internet nas áreas de filosofia, ciência, e religião. *** 59 pesquisas independentes efetuadas em atividades acadêmicas.