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	<title>Trivia Philosophica</title>
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	<description>Ciência - Filosofia  - Religião</description>
	<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 11:56:10 +0000</pubDate>
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		<title>ABSTRAÇÃO</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 11:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de abstrair identificamos elementos
em diversos eventos ou objetos e os tiramos
de seus contextos para estudá-los.
A abstração é um importante instrumento
do pesquisador social. Mas, não devemos confundir
a abstração estatística (esta) com a abstração que é oposta
a concreto, prático ou particularizada.
Em pesquisa tudo começa com abstração das variáveis
independentes que acreditamos estarem associadas
na produção de uma ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Antes de abstrair identificamos elementos<br />
em diversos eventos ou objetos e os tiramos<br />
de seus contextos para estudá-los.<br />
A abstração é um importante instrumento<br />
do pesquisador social. Mas, não devemos confundir<br />
a abstração estatística (esta) com a abstração que é oposta<br />
a concreto, prático ou particularizada.<br />
Em pesquisa tudo começa com abstração das variáveis<br />
independentes que acreditamos estarem associadas<br />
na produção de uma ou mais variáveis dependentes.<br />
Por exemplo, se desejamos saber se existe<br />
ou não um relacionamento entre exercício físico e atividade sexual masculina,<br />
começamos por abstrair algumas variáveis independentes<br />
de exercício e outras de atividade sexual, construindo<br />
um &#8220;Indice de Eficiência&#8221;.<br />
Variáveis independentes que podem interessar na variável<br />
categórica &#8220;exercício físico&#8221; são freqüência (quantas vezes por semana)<br />
intensidade (em quanto tempo fica exausto), batidas cardíacas<br />
quando termina o exercício, modalidade de exercício, etc.<br />
Na variável categórica &#8220;atividade sexual&#8221; as variáveis independentes<br />
podem ser: freqüência semanal, grau de sucesso (com ou sem orgasmo da mulher)<br />
nível de rigidez do pênis (7 = máxima rigidez), batidas cardíacas após a cópula, etc.<br />
Então se constrói um &#8220;Indice de Igualdade&#8221; que pode ser um<br />
composto de variáveis demográficas: idade, nível educacional, renda, etc.<br />
Usando os resultados ranqueados nas duas variáveis categóricas, pode-se<br />
então computar um coeficiente de correlação entre elas.<br />
Com base no coeficiente encontrado pode-se chegar à conclusão<br />
sobre o nível de relacionamento geral entre atividade física (exercícios) e<br />
atividade sexual numa dada amostra e fazer comparações.<br />
A partir daí generalizamos, dando margem a interpretações filosóficas.<br />
Em primeiro lugar, acreditamos e queremos que outros<br />
acreditem que o exercício físico influencia positivamente a atividade sexual.<br />
Em seguida, queremos também predizer que para se ter<br />
um sexo recompensador é necessário fazer exercícios<br />
após uma dada idade. Ou ainda, queremos especular que o exercício<br />
físico, porque perturba o funcionamento regular do corpo, pode interferir<br />
negativamente no desempenho sexual normal.<br />
O povo e até mesmo o consumidor de pesquisa são levados<br />
a acreditar nos resultados de pesquisa como esta,<br />
com baixo nível de rigor. A própria generalização (finalidade maior<br />
deste tipo de pesquisa) é indevida, porque não se funda<br />
em resultados de repetidas amostras.<br />
Para que serve, então?<br />
Através da abstração podemos<br />
classificar e analisar as variáveis de interesse num fenômeno,<br />
dependendo menos de altas<br />
inferências a partir de observações difusas.</h2>
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		<title>INSTINCTS</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 14:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Instinct are natural weapons
We are endowed with to fight
Irrational dangers and evils
We use against the unexpected.
Instincts are also powerful waves of forces
Inside our minds we can hardly resist.
They are more than impulses
And less than reasoning.
Sometimes they´re very elaborated.
There are good and bad instincts,
But they are never impure.
They are given us through DNA
Historical processes.
Early mammals had [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Instinct are natural weapons<br />
We are endowed with to fight<br />
Irrational dangers and evils<br />
We use against the unexpected.<br />
Instincts are also powerful waves of forces<br />
Inside our minds we can hardly resist.<br />
They are more than impulses<br />
And less than reasoning.<br />
Sometimes they´re very elaborated.<br />
There are good and bad instincts,<br />
But they are never impure.<br />
They are given us through DNA<br />
Historical processes.<br />
Early mammals had it too,<br />
Protecting them against enemies.<br />
We evolved, but instinct is so genuine<br />
That even when it is bad serves us.<br />
They are never bad to the individual;<br />
The stronger the better,<br />
However God not always protect us<br />
From our better instincts.</h2>
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		<title>MENSÁRIO</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 11:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Ter nascido para viver, produzir e gozar a vida é importante demais para se celebrar apenas aniversário. Um ano de espera para celebrar tal evento é tempo demasiado longo. No meu caso, celebro o mensario no dia 28 de cada mês. Se houvesse 28 horas no dia, celebraria diariamente. Meu nascimento enriqueceu meu mundo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Ter nascido para viver, produzir e gozar a vida é importante demais para se celebrar apenas aniversário. Um ano de espera para celebrar tal evento é tempo demasiado longo. No meu caso, celebro o mensario no dia 28 de cada mês. Se houvesse 28 horas no dia, celebraria diariamente. Meu nascimento enriqueceu meu mundo e criou para meus rebentos vários mundos. Seria improprio celebrar tal evento apenas uma vez por ano. Todos os dias 28 de cada mês como o de hoje me regozijo de haver nascido. É o meu mensario. Não entendo como nada se celebra no mensário. Eu celebro. Nos dias 28 de cada mês renovo meus votos para ser melhor pessoa. Prometo prestar menos atenção a mim mesmo e mais às pessoas que influencio de alguma forma; prometo me preocupar mais com oportunidades de ser útil que resolver meus problemas; prometo ouvir primeiro e falar depois; no dia 28 decido não criticar ninguém que se encontre no meu dia-a-dia; confirmo meu propósito de não falar mal de ninguém, nem mesmo daqueles que falaram mal de mim; prometo não me queixar de nada que me incomode; e, acima de tudo, prometo fazer um ato de bondade a quem quer que seja. Nos dias 28 de cada mês fico buscando em mim alguma qualidade que consegui ao longo de tantos anos. Faço no máximo silencio um chatauquah –um longo discurso filosófico narrando minha vida recente. O meu mensário me é muito importante, talvez mais que o aniversario. Nele lembro mais claramente o que já aconteceu. Um problema com aniversario é que tendo passado tanto tempo lembramo-nos pouco da vida que produzimos e de cujos frutos usufruimos ou padecemos. O mensário tem a vantagem de sermos honestos quando o celebramos. Nada se nos escapa do que fizemos e quereríamos ter feito e não pudemos. É a grande vantagem de se celebrar mensário. Dá-nos a chance de auto-correção. Se não nos corrigimos na celebração de nosso nascimento, quando vamos?</h2>
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		<title>SOU MENTALISTA, E VOCÊ?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 18:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A desinencia ISTA identifica a pessoa praticante ou usuario da ação, estado ou oficio sugeridos pelo substantivo ou adjetivo que os precedem. Assim o é com centenas de vocábulos nas linguas portuguesa, espanhola, e italiana, pelo menos.
Nesse quadro, mentalista seria a pessoa que usa a mente para gerar produtos mentais não-corriqueiros, conhecidos ou desconhecidos. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A desinencia ISTA identifica a pessoa praticante ou usuario da ação, estado ou oficio sugeridos pelo substantivo ou adjetivo que os precedem. Assim o é com centenas de vocábulos nas linguas portuguesa, espanhola, e italiana, pelo menos.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Nesse quadro, mentalista seria a pessoa que usa a mente para gerar produtos mentais não-corriqueiros, conhecidos ou desconhecidos. Não chamaria de mentalista a pessoa que usa a mente para expressar o banal, o comezinho e o correntio.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">O que mais aprecio no mentalismo, na acepção que lhe dou, é a expressão buscada na mente-arquivo de conhecimentlos incomuns. O mentalista não se acanha de demonstrar que sabe o que sabe ser verdadeiro, correto, e sincero. Pretende experimentar as hortas em que semeia. Se a semente é de alface, pensa colher alface e não cenoura. As hortas precisam reciprocar às qualidades das sementes.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">A pessoa mentalista escreve mais do que fala. Verba volant, scripta manent. Pensa muito no que vai dizer, depois diz, e depois diz que disse. A sua qualidade mental quer que seja transparente. Ignorantes, sábios e intelectuais devem reconhecer sob todos os ângulos o que ele diz.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">O mentalista não teme estar errado. Ele sabe que em muitos eventos da vida, o único premio de se estar certo é não ter o castigo de estar errado. Se você andar erecto não parecerá mais moço nem mais atraente, mas se andar curvo parecerá mais velho e mais feio, e muito menos atraente.</h2>
]]></content:encoded>
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		<title>FALSIFICACIONISMO</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 12:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma doutrina originada com Karl Popper que sugere podermos apenas refutar (falsificar) teorias. Jamais podemos confirmá-las.  Uma boa teoria é aquela que temos repetidamente, sem sucesso, tentado desprovar ou tornar falsa. Por corolário, quando pensamos que nosso raciocinio confirma uma teoria, ela não é sólida ou boa.
Um bom exemplo de uma teoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Esta é uma doutrina originada com Karl Popper que sugere podermos apenas refutar (falsificar) teorias. Jamais podemos confirmá-las.  Uma boa teoria é aquela que temos repetidamente, sem sucesso, tentado desprovar ou tornar falsa. Por corolário, quando pensamos que nosso raciocinio confirma uma teoria, ela não é sólida ou boa.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Um bom exemplo de uma teoria que podemos apenas refutar é a da existencia de Deus. No esforço de prová-la  apenas acumulamos evidencias para sugerir que a hipótese da não existencia é falsa. Mas, não conseguimos provar de fato a existencia, a não ser de forma subjetiva, que não é o caminho da ciencia.  Nada nos impede, todavia, de testar varias hipóteses.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">O que tenho aprendido é que teorias com muitas explicações são mais vezes falsas que verdadeiras.  A doutrina de Ockham (navalha de Ockham) nos ensina a parcimonia, isto é, a teoria com menor número de preditores para explicá-la é a melhor.  Veja o caso da teoria dos signos, pela qual indivíduos têm certas características psicológicas segundo dia e mês de seu nascimento.  Nenhuma de suas dezenas de variáveis pode ser medida ou identificada operacionalmente. Falta-lhe parcimonia científica.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Ela se funda numa teoria antiga, facilmente falsificável, segundo a qual o dia do nascimento era influenciado por certos astros coincidentes naquele dia. É claro que é obscurantismo que vem das práticas avoengas, em que se buscava interpretar o destino da criança com a posição dos astros naquele dia. Nem mesmo chega a ser uma teoria; é uma simples crença.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Contém muitas variáveis ortogonais, isto é, incorrelacionadas. O número de amostras costuma ser neste caso insuficiente para um teste de hipótese estatística, provendo inferencia estatística. Em geral, a busca de confirmações de tais teorias (hipóteses) não constitui verdade científica, pois elas  podem ter sido obtidas por acaso. Logo, de confirmação impossível.</h2>
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		<title>QUANDO PARAR DE LER</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 12:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando chegamos naquela fase da idade e da vida em que, dentro do assunto que sempre nos interessou, não nos parece estar aprendendo o que gostaríamos ou nos interessando pelo que lemos.
Além disso, ler é pensar o que outro pensou e escreveu. Para que nos serve? Em que contribuimos? Todo ato intelectual tem que ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Quando chegamos naquela fase da idade e da vida em que, dentro do assunto que sempre nos interessou, não nos parece estar aprendendo o que gostaríamos ou nos interessando pelo que lemos.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Além disso, ler é pensar o que outro pensou e escreveu. Para que nos serve? Em que contribuimos? Todo ato intelectual tem que ser uma contribuição para si mesmo ou para outros. Não sendo uma coisa nem outra, ler pode ser uma completa falta do que fazer de útil para si ou para outro.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Não lendo temos mais oportundade de gerar algo próprio, um pensamento possivelmente jamais pensado. Deve ter sido raciocínio semelhante que levou Robert Musil (bibliotecario) a escrever “The man without qualities”.  Qualquer livro que se leia é uma distração: dis+tract  que é “sair da pista”, isto é, sair do real ou da realidade. Tivéssemos nós o necessario treinamento para pesquisar em profundidade o próprio pensamento quase nada precisaríamos ler, depois de termos vivido seis décadas de auto-edificação.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Não sabemos quanto que o que lemos pode conflitar com o que poderíamos pensar sem ler no mesmo assunto. O cérebro tem, através do subconsciente, ínvios caminhos para chegar a resultados semelhantes ao que chegaríamos utilizando o consciente.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Um ótimo exercício e entretenimento de camadas intelectuais seria discutir o assunto do livro que não se leu. Umberto Eco estruturou “O Nome da Rosa” em torno de um livro perdido que nenhum dos personagens tinha lido, mas sobre o qual vários tinham pensamentos bem formados.  Dado um assunto não-técnico a um adulto ele pode discutir um livro que o contém, como se o tivesse lido.  Alguém disse que livros são como pessoas, que nos podem ser desconhecidas, ou de quem não ouvimos falar, ou apenas encontramos casualmente numa festa, mas jamais realmente conhecida.</h2>
]]></content:encoded>
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		<title>SABEDORIA, PARA QUE SERVE?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 13:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[SABEDORIA  é um coletivo de saber de qualquer sorte. Nesse sentido, todos somos sábios. Tem-se sugerido que a neurobiologia da sabedoria pode envolver um balanceamento ótimo entre regiões mais primitivas do cérebro, tais como o chamado sistema límbico, e as mais novas regiões, principalmente no córtex pré-frontal.
Entretanto, sabedoria – o coletivo de saber – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">SABEDORIA  é um coletivo de saber de qualquer sorte. Nesse sentido, todos somos sábios. Tem-se sugerido que a neurobiologia da sabedoria pode envolver um balanceamento ótimo entre regiões mais primitivas do cérebro, tais como o chamado sistema límbico, e as mais novas regiões, principalmente no córtex pré-frontal.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Entretanto, sabedoria – o coletivo de saber – somente se manifesta quando vamos além da interpretação do comum. É uma síntese do conhecido, geralmente surpreendente, que somente o indivíduo sábio sabe fazer.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Há uma tendencia nos sábios serem pessoas de poucas palavras. Quando muito se fala, pouco se credita à sabedoria do falante. É natural que, para não falar o desnecessário, é preciso falar pouco. A Natureza nos deu dois ouvidos e uma só boca. Daí ser ouvir pacientemente o que o outro fala o mais claro sinal de sabedoria. Há mais sabedoria no ouvir que no falar, numa situação de diálogo normal.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Mas, para que serve a sabedoria? Ela é uma condição em que se sabe mais do que se fala. O falado é apenas uma sugestão do que poderia ser falado, que o interlocutor interpreta à sua maneira. Quando a sabedoria é aceita, o interlocutor a enaltece. Quando não, emudece, como se sábio fosse.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Porém, o sábio escolhe não falar o que sente que pouco ou nada vai acrescentar ao interlocutor. Quando o sábio escreve, todavia, não pode fazer esse pressuposto. A sabedoria, à maneira antiga, é essencialmente oral. Quem a ouve com profundo respeito nunca mais a esquece. Incorpora-a à própria vida.</h2>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>FUTURE IS NOW</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[I´m sure
Life is unsure
Insecure
Vulture
Of all I´ve lived
Most have vanished
As wind passed
Through my hair
In the open valley.
I regret nothing
For I lived for
The future that´s now,
And I don´t know
What to do with it.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">I´m sure</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Life is unsure</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Insecure</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Vulture</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Of all I´ve lived</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Most have vanished</h2>
<h2 style="text-align: justify;">As wind passed</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Through my hair</h2>
<h2 style="text-align: justify;">In the open valley.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">I regret nothing</h2>
<h2 style="text-align: justify;">For I lived for</h2>
<h2 style="text-align: justify;">The future that´s now,</h2>
<h2 style="text-align: justify;">And I don´t know</h2>
<h2 style="text-align: justify;">What to do with it.</h2>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AUTOCONFIANÇA</title>
		<link>http://triviaphilosophica.com.br/?p=607</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se está em sintonia com a vida que se tem e com o futuro que se quer ter, nossa primeira preocupação deve ser cuidar de ter SAÚDE.
Quando se quer realizar na vida o que se planeja e se cogita para si e para outros, a segunda preocupação deve ser a de ter TEMPO.
Quando se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Quando se está em sintonia com a vida que se tem e com o futuro que se quer ter, nossa primeira preocupação deve ser cuidar de ter SAÚDE.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando se quer realizar na vida o que se planeja e se cogita para si e para outros, a segunda preocupação deve ser a de ter TEMPO.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando se prioriza ter alguns bens, saúde e tempo para ajudar outros a se realizarem, a terceira preocupação deve ser a de ter DINHEIRO.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando se quer fazer bem a muitos, sem interesse particular para si mesmo com a saúde, tempo e dinheiro, a quarta preocupação deve ser a de conseguir POPULARIDADE.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando se quer orgulhar os familiares e ser exemplo de como usar para o bem a saúde, tempo, dinheiro e popularidade, a quinta preocupação deve ser ter BOA APARENCIA.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando se planeja viver muitos anos com saúde e tempo para os outros, com dinheiro, popularidade e boa aparencia, a sexta preocupação que todos devemos ter é garantir SEGURANÇA NA VELHICE.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando você já conquistou saúde, tempo, dinheiro e popularidade com boa aparencia e meios para se sentir seguro na velhice, então sua sétima preocupação será a de buscar RECONHECIMENTO de outros.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando a saúde, o tempo, o dinheiro, a popularidade, a boa aparencia e a segurança na velhice forem conquistas já consolidadas, então terá chegado o tempo para se ter a oitava preocupação: a de viver com o máximo CONFORTO.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando tudo de que você precisa para viver sadiamente e o conforto já fizerem parte do dia a dia de sua vida, sem exigir de você nenhum esforço especial para mantê-los, então sua nona preocupação deverá ser o gozo organizado de merecido LAZER.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Quando reconhecimento, conforto e lazer forem inegáveis e percebidas conquistas de que você se orgulha e a ninguém incomoda, você estará preparado para a décima preocupação, que é fazer alarde de suas maiores REALIZAÇÕES.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Tendo todas essas dez vindimas prontas para a colheita, o seu único trabalho, sua única ambição, é manter a saúde, algum dinheiro, e muito tempo para dar e receber, sem qualquer censura, uma CRESCENTE SATISFAÇÃO DE VIVER.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Assim se chega à meta de muitos e à realização de poucos, que é chegar à aurora da velhice com saúde, boa aparência, conforto e satisfação, gozando na sua comunidade as sutis recompensas do PRESTIGIO PESSOAL.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">A vida no Planeta estará então se encerrando, e sua vida será doce lembrança de tudo que começou na criança que soube subir os dez degraus que levam o homem ao topo da existencia útil aos próximos com amor e AUTOCONFIANÇA.</h2>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SINGULARIDADES</title>
		<link>http://triviaphilosophica.com.br/?p=603</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre do Espírito Santo, Ph.D.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://triviaphilosophica.com.br/?p=603</guid>
		<description><![CDATA[Singularidades ocorrem em lugares de corte, de mudança repentina, como na formação de rachaduras, quando um raio acontece, criação de gotas de tinta em impressoras, de algo que cai. Essas mudanças repentinas exigem técnicas matemáticas sofisticadas para descrever, analisar e predizer.
Um Seminário organizado pela European Science Foundation em Paris, em janeiro de 2008 tentou reunir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Singularidades ocorrem em lugares de corte, de mudança repentina, como na formação de rachaduras, quando um raio acontece, criação de gotas de tinta em impressoras, de algo que cai. Essas mudanças repentinas exigem técnicas matemáticas sofisticadas para descrever, analisar e predizer.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Um Seminário organizado pela European Science Foundation em Paris, em janeiro de 2008 tentou reunir experts em vários campos de singularidades, da astronomia a nanociencia – o estudo de estruturas em escala atômica. O objetivo era desenvolver abordagens matemáticas comuns ao estudo das singularidades. Verificou-se que em grande magnitude os eventos singulares se parecem. Compartilham uma propriedade-chave conhecida como auto-similaridade, mas também aspectos únicos que requerem estudos especializados.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">A teoria das singularidades é matematicamente complexa. Não sei o bastante sobre ela para torná-la uma Trivia. Todavia, venho estudando, sem conseguir me aprofundar, um ramo dela é a “teoria da catástrofe”, desenvolvida inicialmente pelo matemático francês René Thom, e expandida pelo matemático inglês Erik Zeeman. Aprendi que a “teoria de Catástrofe” lida com eventos no espaço e no tempo, tais como colisões entre duas fontes de ondas. Mas, nem todos problemas das singularidades são tão simples.</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Acredito que pessoas desenvolvidas apresentam mais singularidades que eventos naturais, porém são incapazes de mostrá-las em toda sua naturalidade.</h2>
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